Hospital Regional da Transamazônica: Pará amplia leitos de UTI e ganha hemodinâmica
Publicada em 26 de junho, 2026.
Atualizada em 11 de julho, às 10:00.
Se a saúde depende de tempo e estrutura, Altamira está prestes a ganhar um reforço. O governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Obras Públicas (Seop), avança na obra de ampliação e modernização do Hospital Regional da Transamazônica, no município.
O ponto-chave agora é a etapa de fundação (parte da obra que dá base e estabilidade para os novos prédios). Segundo a Seop, esse trabalho acontece sem afetar o funcionamento da estrutura já existente, mantendo os atendimentos.
Pensa como a base de uma ponte: ela precisa estar firme antes de receber o movimento lá em cima. É isso que a obra faz agora para sustentar a ampliação que vem a seguir.
De acordo com a Secretaria, os serviços contam com cerca de 70 trabalhadores, com previsão de aumento para cerca de 100 até o início de julho. Com essa frente em andamento, a ampliação deve permitir a abertura de 35 novos leitos de Terapia Intensiva (UTI), sendo 16 na UTI Adulto, 4 na Pediátrica e 15 na Neonatal.
Além dos leitos, a ampliação inclui a construção de um setor de hemodinâmica. Na prática, hemodinâmica é onde se fazem procedimentos minimamente invasivos de diagnóstico e tratamento, que permitem visualizar os vasos sanguíneos e atuar no tratamento de doenças cardiovasculares, neurológicas e vasculares, com recuperação mais rápida quando comparada a cirurgias abertas tradicionais.
O que muda na prática
A expectativa é melhorar a capacidade de atendimento e agilizar a assistência para a população.
- Público atendido: moradores de Altamira e da Região de Integração Xingu
- Capacidade: abertura de 35 leitos de UTI (Adulto, Pediátrica e Neonatal)
- Serviços: implantação do setor de hemodinâmica para procedimentos minimamente invasivos
- Continuidade: obra na fundação para novos prédios sem interromper atendimentos do hospital
A auxiliar de serviços gerais Simone Sousa disse que a ampliação vai favorecer um atendimento médico mais rápido para quem usa o hospital. Para a Seop, a obra integra o fortalecimento das redes assistenciais e a descentralização dos serviços de saúde no Pará, com investimentos também em unidades de baixa e média complexidade.
Ou seja, mais estrutura agora para chegar mais longe na assistência: e daí pra mim? Significa que a porta do hospital tende a ficar menos apertada e com mais opções de cuidado quando a demanda bater.

