Maio Amarelo 2026: Sesapi mobiliza Alepi e reforça trânsito seguro
Publicada em 25 de maio, 2026.
Atualizada em 16 de outubro, às 17:12.

Trânsito seguro é como revisar o cinto antes de sair: quando vira hábito, poupa susto e muda o resultado do dia. Foi com esse espírito que a Sesapi apresentou ao público o Movimento Maio Amarelo 2026 na Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi), na manhã desta segunda-feira (25), com apoio do Programa Vida no Trânsito (PVT).
A proposta é educar e conscientizar pessoas que vivem as ruas e as rodovias. O evento reuniu a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o Batalhão de Polícia Rodoviária Estadual (BPRE) e o Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTran), além de Sest/Senat (Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte).
O “porquê” do Maio Amarelo foi apresentado por Telmo Mesquita, coordenador estadual da Rede de Urgência e Emergência (RUE) da Sesapi. Na fala, o foco ficou em dar mais visibilidade para a necessidade de um trânsito mais seguro no estado, aproximando a responsabilidade tanto de quem decide quanto de quem está na via.
O que o Maio Amarelo 2026 tenta ajustar no cotidiano
A campanha coloca a lupa em comportamentos mais seguros. O direcionamento é sensibilizar motoristas, ciclistas e pedestres, com o propósito de contribuir para a redução de acidentes e para a preservação de vidas.
Dentro da Alepi, Patrícia Arraes (diretora de ação social e cultural da Alepi) comentou que a Sesapi levou atividades para conscientizar servidores e pessoas que circulam no espaço.
E a programação não ficou restrita à capital. O mês também teve ações em Teresina e em cidades do interior. O encerramento das atividades acontece na próxima sexta-feira (25), com ações na Praça do Poty Velho, na zona Norte de Teresina.
- Público-alvo: motoristas, ciclistas e pedestres
- Parcerias: Sesapi/PVT com PRF, BPRE, BPTran e Sest/Senat
- Objetivo: reduzir acidentes e preservar vidas
- Encerramento: Praça do Poty Velho, na sexta-feira (25)
Na prática, o ponto-chave é simples: quando a gente trata prevenção como rotina, a consequência deixa de chegar como susto. É o tipo de cuidado que aparece no “e daí pra mim?” do trânsito quando o comportamento muda antes do impacto, para todo mundo sair com o dia mais leve.
