Bem-Estar

Responsável Técnico no Suasa: seminário em Cuiabá reforça sanidade e segurança

Seminário Suasa em Cuiabá (MT) reúne RTs e reforça integração com o MAPA para qualificar prevenção, inspeção e rastreabilidade.

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Publicada em 19 de junho, 2026.

Atualizada em 16 de julho, às 18:00.

Responsável Técnico no Suasa: seminário em Cuiabá reforça sanidade e segurança
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Se a sua rotina depende de comida segura, tem um “trabalho de bastidor” que quase ninguém vê, mas faz diferença: a responsabilidade técnica. Foi isso que a primeira edição do Seminário Suasa para Responsáveis Técnicos colocou no centro das discussões em Cuiabá (MT), nos dias 16 e 17 de junho.

O encontro aconteceu durante a 9ª Conferência Nacional de Defesa Agropecuária (CNDA) e reuniu médicos-veterinários, zootecnistas, Responsáveis Técnicos (RTs), além de representantes do Sistema CFMV/CRMVs e do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA). A pauta foi direta: enfrentar desafios e alinhar estratégias para fortalecer sanidade animal, segurança dos alimentos e a produção agropecuária.

Na prática, a lógica do seminário lembra quem prepara a mochila antes de uma viagem: você confere tudo o que sustenta o caminho antes de sair acelerando. No evento, a programação conectou “o que se produz” com “o que precisa ser prevenido”. Entraram temas como biosseguridade (medidas para reduzir riscos sanitários), inspeção sanitária, rastreabilidade (capacidade de identificar origem e histórico) e boas práticas de produção.

Em dois dias, os participantes acompanharam palestras, painéis e debates sobre o papel do RT para prevenir riscos e qualificar processos.

A iniciativa foi tratada como marco pelo Sistema. A presidente do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), Ana Elisa Almeida, afirmou que o Suasa (Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária) é fundamental para integrar ações de defesa agropecuária e fortalecer áreas como inspeção, vigilância, rastreabilidade e biosseguridade. No mesmo tom, ela disse que o Responsável Técnico orienta estabelecimentos, ajuda na prevenção de riscos e contribui para uma produção mais segura e qualificada.

O presidente do CRMV-MT, Aruaque Lotufo, também ressaltou que reunir profissionais de diferentes regiões contribui para tornar a defesa agropecuária “cada vez mais eficiente”, protegendo a sociedade com segurança sanitária e qualidade.

O que muda na prática

  • Prevenção: foco em reduzir riscos sanitários nos processos produtivos
  • Segurança dos alimentos: integração entre Sistema CFMV/CRMVs e MAPA para reforçar qualidade
  • Rastreabilidade e biosseguridade: debates que conectam origem e controle sanitário
  • Troca de experiências: aproximação entre regiões e compartilhamento de boas práticas

E, quando a conversa é colocada em contato com o dia a dia, o objetivo fica claro. O secretário-executivo adjunto do MAPA, Fábio Alexandre Rosa Rodrigues, disse que a atuação dos RTs impacta a garantia da qualidade dos alimentos e a proteção da saúde da população.

Ou seja: ao discutir prevenção, rastreabilidade e boas práticas, o ganho aparece onde mais interessa, na segurança do que chega à mesa.

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