Doação de leite humano no Piauí: fórum reúne mães e profissionais hoje
Publicada em 25 de maio, 2026.
Atualizada em 16 de outubro, às 17:12.

Todo mundo já ouviu que “cuidar de prematuro é coisa séria”, mas o que muita gente não vê é o quanto detalhes como a alimentação fazem diferença. Nesta terça-feira (26), a Nova Maternidade Dona Evangelina Rosa (NMDER) coloca na agenda o VII Fórum de Doação de Leite Humano, com foco em fortalecer a rede de bancos de leite humano e ampliar o incentivo à doação no Piauí.
Pensa no banco de leite como uma central de “entrega certinha”, tipo quando o correio organiza a rota do dia: cada etapa tem um papel e o fluxo precisa seguir para chegar no destino. No fórum, a proposta é justamente alinhar e atualizar as práticas de quem atua na assistência neonatal, conectando doadoras, a estrutura de apoio e os bebês prematuros internados.
O encontro acontece das 8h às 17h, no auditório da maternidade, com o tema “Doação de Leite Humano: Solidariedade que nutre, vida que cresce”. A programação foi montada para promover troca de experiências e discussão sobre estratégias para fortalecer os bancos e estimular mais doações.
O que muda na prática
A NMDER explica que o leite humano não serve apenas como alimento. A coordenadora do Banco de Leite Humano da instituição, Vanessa Maria Moura Paz, afirma que o leite contribui para recuperação clínica e sobrevida de bebês prematuros atendidos nas unidades neonatais. Em outras palavras, o fórum é um jeito de fazer a rede funcionar melhor no dia a dia, com mais clareza e organização para quem está na ponta.
- Público-alvo: profissionais de saúde e mães interessadas em participar
- Foco: fortalecer a doação e a rede de bancos de leite humano no estado
- Impacto citado: recuperação clínica e sobrevida de bebês prematuros
- Formato do encontro: palestras, painéis e mesas-redondas
E o tema não fica só no dia do fórum. Ainda em maio, no dia 30, a NMDER realiza o encontro tradicional com mães doadoras, com proposta de acolhimento, confraternização e reconhecimento.
Se a pergunta é “e daí pra mim?”, o ponto é direto: para mães, para quem trabalha na saúde ou para quem quer entender como a rede atua, a conversa gira em torno do que o leite humano pode apoiar na recuperação e na sobrevivência de prematuros. Na prática, é sobre fortalecer uma engrenagem que precisa funcionar bem para chegar a quem mais precisa.
