Plano para idosos no Rio: PADI e Caderneta Digital ganham direção em julho
Publicada em 19 de junho, 2026.
Atualizada em 15 de julho, às 22:00.
Quando o tema é envelhecer com dignidade, uma ajuda que chega no tempo certo pesa na vida real. No Rio, a Secretaria de Estado de Saúde acompanha, nesta quinta-feira (18/06), o lançamento do Programa de Atenção Domiciliar à Pessoa Idosa (PADI) e da Caderneta Digital, como parte do avanço para ampliar o cuidado qualificado no SUS.
A ideia central é simples: preparar a rede para atender melhor quem tem 60 anos ou mais, com foco em prevenção de agravos (ou seja, evitar que problemas de saúde piorem e virem complicações). E isso ganha um “roteiro” com o Plano Estadual de Saúde da Pessoa Idosa, que o secretário de Estado de Saúde, Ronaldo Damião, disse que será lançado em julho.
O plano deve nortear as políticas públicas do estado dentro do âmbito do SUS, com objetivo de garantir atenção integral e humanizada. O caminho traçado é manter a capacidade funcional (o que a pessoa consegue fazer no dia a dia), preservando autonomia e independência, para que o envelhecimento seja ativo, saudável e participativo.
Pensa numa oficina bem organizada: se a gente separa ferramentas e segue um plano, a manutenção do que importa começa antes do problema virar “quebra grande”. No mesmo espírito, o PADI busca fortalecer a atenção domiciliar, trazendo cuidado para mais perto de quem precisa, especialmente no contexto da Atenção Primária à Saúde (APS).
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, informou que o PADI é uma iniciativa de cofinanciamento do Governo Federal voltada ao fortalecimento da atenção domiciliar para idosos. Segundo ele, cerca de 3 mil municípios já aderiram ao programa.
Além do PADI, o evento também marcou o lançamento da Caderneta Digital, já em sua sexta versão. A caderneta é direcionada ao cidadão e ao profissional de saúde para organizar registros de consultas, vacinas, medicamentos e resultados de exames.
O que muda na prática
Na prática, a proposta é fazer o cuidado acontecer de forma mais coordenada, reunindo informações e levando atenção qualificada para casa quando necessário, sem perder o foco em prevenção.
- Público-alvo: pessoas com 60 anos ou mais
- Eixo do cuidado: atenção domiciliar no âmbito da APS
- Rede em expansão: cerca de 3 mil municípios aderiram ao PADI
- Organização do acompanhamento: Caderneta Digital na 6ª versão para registros de saúde
E daí pra mim? Se você ou alguém da sua família está nessa faixa etária, o ganho é de planejamento: menos desencontro entre cuidados e mais chance de agir antes que uma condição piora.
