Saúde de Cuiabá redesenha atendimento para agilizar obras e processos seletivos
Publicada em 18 de junho, 2026.
Atualizada em 23 de agosto, às 10:01.
Quem depende do atendimento público sabe que encontrar um posto de saúde seguro, abastecido e sem filas exige uma engrenagem invisível funcionando perfeitamente nos bastidores. Na prática, a gestão pública de saúde se comporta como a organização de um churrasco de domingo em família: se quem compra o carvão não conversa com quem traz a carne, o almoço simplesmente não acontece.
Para garantir que essa coordenação funcione sem ruídos, a Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá reuniu toda a sua equipe gestora nesta segunda-feira (15). O encontro, liderado pela secretária de Saúde Deisi Bocalon, buscou afinar o ritmo de todas as áreas administrativas da pasta.
A reunião focou em resolver gargalos urgentes da capital. Os gestores debateram o andamento dos processos seletivos para contratação de pessoal, melhorias na segurança das unidades de atendimento e o funcionamento dos Caps (Centros de Atenção Psicossocial, que são unidades especializadas em saúde mental). O andamento das obras físicas e as entregas programadas para os próximos meses também entraram em pauta.
Quem comanda cada setor da saúde municipal
Para que as decisões saiam do papel, as atribuições foram compartilhadas entre os secretários adjuntos presentes:
- Atenção direta: Cinara Brito (Atenção Primária) e Odair Mendonsa (Atenção Secundária)
- Casos complexos: Najla Brito (Atenção Especializada) e Erika Carvalho (Atenção Hospitalar e Complexo Regulador, que é o sistema responsável por organizar a distribuição de vagas e leitos)
- Suporte técnico: Loicy Aparecida Cunha (Gestão), Cláudia Braga (Assistência Farmacêutica), Cristhiane Leite (Saúde Bucal) e o chefe de gabinete Hozano Delgado
O que muda na prática para o morador
O ponto-chave é a celeridade administrativa. Quando a gestão de pessoal e o andamento das obras caminham de forma integrada, o cidadão ganha rapidez no atendimento e menor tempo de espera nas unidades. Na prática, a organização conjunta evita que faltem profissionais nos Caps ou que uma reforma atrase por entraves burocráticos de contratação. Ou seja, o objetivo é garantir que todas as pontas da saúde cuiabana conversem para entregar um serviço contínuo.
No fim das contas, a saúde pública ganha eficiência quando todos os setores jogam no mesmo ritmo. Como em um bom churrasco onde os convidados se coordenam, o planejamento integrado é o primeiro passo para que o atendimento final chegue com qualidade na mesa de quem realmente precisa.

