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Dia Mundial do Brincar: HGP usa jogos e musicoterapia para alegrar internações

Com programação iniciada em 27 e ações no dia 28, o HGP transforma o Dia Mundial do Brincar em cuidado diário para crianças internadas.

Publicada em 29 de maio, 2026.

Atualizada em 30 de junho, às 06:00.

Dia Mundial do Brincar: HGP usa jogos e musicoterapia para alegrar internações
Secretaria da Saúde - SAUDE-TO

Entrar num hospital com criança é como cair num dia que ninguém planejou: o tempo pesa, o clima muda e a rotina vira espera. Na prática, o Hospital Geral de Palmas (HGP) tratou o Dia Mundial do Brincar, celebrado em 28 de maio, como parte do cuidado de quem está internado.

A programação foi organizada para pacientes pediátricos e começou na terça-feira, 27, com oficina no ateliê terapêutico. No dia 28, a unidade levou para a brinquedoteca e para a rotina do setor um circuito de jogos, pintura facial e musicoterapia.

O ponto-chave é simples: brincar dá suporte ao desenvolvimento. O HGP destaca que a atividade contribui para a formação e para a socialização, além de fortalecer habilidades psicomotoras, cognitivas, emocionais, afetivas e sociais.

A ação foi promovida pelo setor de Humanização, em parceria com a brinquedoteca do hospital. A supervisora da brinquedoteca, Vanessa Flores, ressalta que iniciativas assim deixam o ambiente mais leve e acolhedor tanto para as crianças quanto para os acompanhantes.

“Brincar é um direito de toda criança e também uma forma de cuidar, conectar e transformar. Este ano tivemos a contribuição de voluntários, como estudantes do curso de enfermagem da ULBRA e residentes multiprofissionais que atuam aqui no HGP. Também contamos com musicoterapeuta, circuito de jogos e voluntários realizando pintura facial nas crianças. Foi uma tarde maravilhosa”, disse.

Para quem vive a internação por perto, a diferença aparece no dia a dia. A mãe Rosimeire Lopes da Silva, de Miracema, acompanha o filho Carlos Eduardo Lopes, de sete anos, internado após uma cirurgia de apendicite. Segundo ela, atividades desse tipo ajudam a distrair e tornam o período no hospital mais alegre.

O que muda na prática

  • Crianças em internação: mais momentos de descontração e interação
  • Acompanhantes: um ambiente mais acolhedor para lidar com a espera
  • A rotina hospitalar: suporte ao brincar como cuidado, com musicoterapia, jogos e pintura facial
  • Rede de apoio: participação de voluntários, incluindo estudantes da ULBRA e residentes multiprofissionais

Ou seja, enquanto a recuperação segue, o hospital também vira lugar de viver um pouco do cotidiano. E daí pra mim: se a criança já está enfrentando um período difícil, por que não trocar parte do peso da internação por um dia de brincadeira que realmente chega perto?

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