Inscrição 13ª Conferência Municipal de Saúde de Palmas: prazos e participação
Publicada em 26 de junho, 2026.
Atualizada em 29 de junho, às 04:03.
Se saúde entra na sua rotina e você acha que decisão sobre o SUS precisa ter cara de quem usa, a 13ª Conferência Municipal de Saúde em Palmas é um bom lugar para começar. É na terça e quarta-feira, 23 e 24, na Ulbra Palmas (Avenida Siqueira Campos).
Pense como um “ponto de pauta” de família, só que com tema público: em vez de alguém decidir sozinho, o encontro serve para alinhar prioridades de saúde, ouvir diferentes segmentos e sair com propostas que seguem para o passo seguinte.
A inscrição é gratuita e pode ser feita com antecedência. Podem participar usuários do SUS, trabalhadores da saúde, gestores, prestadores de serviços e representantes da sociedade civil. Ou seja: não é só sobre opinião solta, é sobre construir com gente de perfis diferentes.
O tema do evento é “Saúde, democracia, soberania e SUS: cuidar do povo é cuidar do Brasil”. O objetivo é promover o diálogo entre a sociedade e os segmentos da área para avaliar a situação de saúde da população, fortalecer o controle social (participação da sociedade na formulação e acompanhamento das políticas) e formular propostas para aprimorar o Sistema Único de Saúde (SUS).
Na hora da inscrição, os participantes escolhem um dos quatro eixos temáticos que serão debatidos em grupos de trabalho na quarta-feira:
- Rótulo: Eixo I – Democracia, saúde como direito e soberania nacional
- Rótulo: Eixo II – Financiamento adequado e suficiente para o SUS
- Rótulo: Eixo III – Emergências climáticas e justiça socioambiental
- Rótulo: Eixo IV – Modelos de atenção e gestão, territórios integrados e cuidado integral
A programação começa na noite de terça-feira, com credenciamento, cerimônia de abertura e palestra magna de Olga Maria de Alencar. Na quarta-feira, os eixos são apresentados, acontecem debates em grupos, uma plenária final aprova as propostas e ocorre a eleição dos delegados que vão representar Palmas na etapa estadual.
O que muda na prática
No fim do processo, os delegados serão eleitos de forma paritária: 50% de usuários do SUS, 25% de trabalhadores e 25% de gestores ou prestadores de serviços.
Na prática, isso puxa para o nível estadual o que foi discutido no município, com representação de quem vive o SUS, de quem trabalha nele e de quem participa da gestão.
E daí pra mim? Se você quer que a conversa sobre saúde vire proposta de verdade, essa conferência é a ponte.

