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Cirurgia craniofacial pediátrica: Summit na Santa Casa reúne especialistas internacionais

O evento desta semana reuniu cirurgiões que são referência nacional e internacional na Santa Casa, além de cirurgias em pacientes de 3 meses a 9 anos de idade atendidos no ambulatório

Publicada em 22 de maio, 2026.

Atualizada em 16 de outubro, às 17:12.

Cirurgia craniofacial pediátrica: Summit na Santa Casa reúne especialistas internacionais
Foto: Divulgação

Na prática, quando uma criança precisa de cirurgia para fissuras labiopalatinas ou anomalias craniofaciais, a diferença aparece na forma como o atendimento se organiza e se atualiza. Foi com esse foco que a Santa Casa levou para o Centro de Ensino e Treinamento em Saúde (CETS) o 1º Summit de Fissuras e Anomalias Craniofaciais da Amazônia, de 20 a 22 de maio.

A ideia foi reunir profissionais da saúde e especialistas de centros de referência do Brasil e do exterior para discutir avanços na assistência cirúrgica e multiprofissional. O encontro tratou de abordagens modernas em cirurgia craniofacial pediátrica e incluiu participação de especialistas de São Paulo, Paraná e Pará, além de dois convidados internacionais.

Entre eles, esteve o médico norte-americano Jordan Swanson, cirurgião assistente da Divisão de Cirurgia Plástica, Reconstrutiva e Oral do Hospital Infantil da Filadélfia, e o cirurgião francês Eric Arnaud, reconhecido pela atuação no tratamento de cranioestenoses e malformações craniofaciais.

Pensa como quem monta um quebra-cabeça com peças vindas de lugares diferentes. Cada especialista traz um recorte de experiência, e a montagem fica mais completa quando o time consegue conversar sobre os casos, as técnicas e os cuidados. Assim, o que seria conhecimento “solto” vira plano de trabalho conjunto para pacientes e famílias.

O cirurgião Eric Arnaud comentou que ficou impressionado com a variedade de casos atendidos pelo serviço da Santa Casa, que realiza um trabalho “muito completo” tanto em cirurgias craniofaciais quanto em fissuras labiopalatinas. Já Jordan Swanson destacou que um mutirão feito dentro do evento fortalece o atendimento aos pacientes e promove intercâmbio de conhecimento entre os profissionais envolvidos.

Franklin Rocha, cirurgião plástico e coordenador do encontro, disse que o evento de alcance internacional superou as expectativas, com auditório lotado nos dois dias, e que muita gente que ainda não conhecia o serviço passou a se interessar em aprender mais.

O que muda na prática

A proposta do summit aparece no cotidiano do serviço especializado, voltado a fissuras labiopalatinas e anomalias craniofaciais, com pacientes atendidos no ambulatório que vão de 3 meses a 9 anos de idade. O ponto-chave repetido pelos participantes foi a importância do trabalho em equipe e da troca para elevar qualidade.

  • Público-alvo: crianças de 3 meses a 9 anos atendidas no ambulatório
  • Foco do encontro: avanços em cirurgia craniofacial pediátrica com abordagem multiprofissional
  • Integração técnica: intercâmbio entre neurocirurgiões, cirurgiões craniofaciais e especialistas em fissuras
  • Impacto para o serviço: capacitação das equipes e fortalecimento do atendimento

Ou seja: além de palestras e mesas-redondas, o encontro buscou deixar o serviço mais conectado com referências e com a experiência de quem enfrenta casos complexos todos os dias. E daí pra mim? Se você acompanha de perto a rede de saúde, a consequência é simples: mais preparo, mais consistência na assistência e mais confiança no cuidado oferecido para os pequenos pacientes e suas famílias.

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