Fibrose cística no HGESF: São João e Copa viram mural no ambulatório
Publicada em 26 de junho, 2026.
Atualizada em 9 de julho, às 14:02.
A consulta no Ambulatório de Fibrose Cística do Hospital Geral Ernesto Simões Filho (HGESF) já tem seu objetivo de cuidar da saúde. Só que, desta vez, a equipe de Psicologia decidiu mexer no clima do atendimento: transformou a sala com um mural temático em São João e Copa do Mundo, feito com a parceria das estagiárias de Psicologia e com participação das próprias crianças e adolescentes atendidos.
Na prática, a ideia foi puxar o paciente para o centro do processo. Em vez de receber um espaço pronto, quem faz o tratamento participa da construção do mural, usando criatividade e expressão para montar um ambiente mais acolhedor. O que fica na parede, então, é mais do que decoração: vira uma forma de pertencimento ao serviço.
Dá para pensar como quando a família prepara uma festa e cada pessoa ajuda com um detalhe. Não é só para “enfeitar”; é para tornar o momento mais vivo e com cara de quem está ali. No ambulatório, o efeito esperado é parecido: transformar a experiência de estar no serviço em algo de encontro e interação.
O resultado foi além da atividade em si. Com a participação direta dos pacientes, o ambulatório ganhou um espaço de convivência, valorizando as produções de quem participa. E isso não ficou restrito ao setor de Psicologia: a proposta foi acolhida pela equipe multiprofissional, que também participou ativamente da construção.
O que muda na prática
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Acolhimento: o mural cria um ambiente mais alegre e significativo, com valorização das produções dos pacientes
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Vínculo com a equipe: a participação de diferentes profissionais fortalece a ideia de cuidado compartilhado entre equipe, pacientes e acompanhantes
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Experiências durante a consulta: com um espaço mais acolhedor, o atendimento tende a ter momentos positivos junto do acompanhamento de saúde
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Continuidade do acompanhamento: ao fortalecer o vínculo com o serviço, a atividade contribui para manter o acompanhamento e os cuidados necessários
No fim das contas, é isso que aterrissa o “e daí pra mim?”. Quando o ambulatório deixa de ser apenas um lugar associado a demandas médicas e passa a ter também expressão e convivência, fica mais fácil sustentar o acompanhamento que ajuda a cuidar da saúde e da qualidade de vida.

