Política & Gestão

Cobertura vacinal em Sergipe ganha plano para 2026; veja o foco

Conselho de Saúde de Sergipe discute cobertura vacinal e mortalidade infantil e aponta ações para mirar melhorias em 2026

Publicada em 19 de junho, 2026.

Atualizada em 18 de julho, às 16:01.

Cobertura vacinal em Sergipe ganha plano para 2026; veja o foco
Governo de SergipeSES Sergipe

Vacina não serve só para cumprir agenda: quando a cobertura fica em dia, o risco de uma doença ganhar força na comunidade diminui. Nesta terça-feira, 16, o Conselho Estadual de Saúde de Sergipe (CES/SE) se reuniu para discutir cobertura vacinal e mortalidade infantil no estado, com foco em fortalecer políticas do Sistema Único de Saúde (SUS).

O jeito de pensar é como checar o calendário do preparo de uma festa: se o planejamento está organizado antes do dia chegar, você evita correria e falta de itens essenciais. Foi nessa lógica que os conselheiros conduziram o encontro, colocando os dados primeiro, identificando fragilidades e alinhando caminhos para recuperar e ampliar a imunização.

A coordenadora de Comunicação do CES/SE, Adriana Lohanna Santos, explicou que a reunião deu continuidade a discussões ligadas à proteção das crianças. Além do acompanhamento do cenário de mortalidade infantil em Sergipe, o grupo também tratou da cobertura vacinal, apresentada como componente importante para prevenir doenças e sustentar saúde.

No bloco de mortalidade, o gerente do Sistema de Informação da Diretoria de Vigilância em Saúde (DVS) da SES, Paulo Ribeiro, apresentou um panorama com a série histórica dos óbitos infantis de 2015 a 2025. A ideia, segundo ele, é usar esses registros como base para analisar o quadro com a gestão e com a sociedade civil e, a partir disso, construir estratégias para enfrentar um tema considerado sensível na saúde pública.

O que muda na prática

A parte de imunização levou o debate para o que será feito para ampliar resultados em 2026. A gerente de Imunização da SES, Illani Paulina, apresentou índices de cobertura vacinal em Sergipe e as estratégias voltadas a melhorar a situação no próximo ano. Na visão dela, o trabalho não fica só no monitoramento: inclui educação em saúde e apoio técnico às gestões municipais.

  • Foco: fortalecer campanhas e ampliar o acesso da população às vacinas

  • Base: série histórica de óbitos infantis (2015 a 2025) para orientar decisões

  • Apoio aos municípios: educação em saúde e suporte técnico às equipes locais

Ou seja: o CES/SE colocou lado a lado o que os números indicam e como a gestão pretende agir até 2026. Para quem depende do SUS, a consequência prática é aumentar o esforço para manter a proteção das crianças em dia antes que o problema ganhe escala.

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