Política & Gestão

Ostomia: UPAEs de PE reforçam cuidado com encontro e mais segurança

Com participação de UPAEs de Carpina, Escada, Garanhuns e Salgueiro no encontro da SES-PE, o objetivo é qualificar a assistência à pessoa com ostomia e elevar a qualidade de vida no SUS.

Publicada em 19 de junho, 2026.

Atualizada em 20 de julho, às 02:00.

Ostomia: UPAEs de PE reforçam cuidado com encontro e mais segurança
Secretaria de Saúde do Estado de PernambucoSES Pernambuco

Cuidar de quem tem ostomia (quando existe uma abertura no corpo para a eliminação de resíduos) vai muito além do procedimento. No dia a dia, o que faz diferença é orientação certa, acompanhamento e acolhimento que não deixa o paciente na dúvida.

Nesta quarta-feira (17), UPAEs de Carpina, Escada, Garanhuns e Salgueiro, sob gestão da Fundação Gestão Hospitalar Martiniano Fernandes, participaram do I Encontro Estadual de Qualificação da Assistência à Pessoa com Ostomia. O evento foi promovido pela Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES-PE) e teve como foco aprimorar o atendimento e garantir mais qualidade de vida para quem convive com a ostomia.

O encontro foi estruturado para acontecer do jeito que realmente ajuda a rotina: troca de experiências, alinhamento de condutas e atualização de práticas assistenciais. Ou seja, cada unidade levou o que vive na prática e transformou esse dia a dia em aprendizado compartilhado, para melhorar o cuidado oferecido aos usuários do SUS.

Pensa como quem ajusta um parafuso em várias partes do mesmo móvel: se alguém aperta de um jeito, o conjunto não encaixa. Quando o time conversa e põe todo mundo na mesma linha de cuidado, a assistência fica mais consistente — e, nesse caso, isso importa porque o cuidado com ostomia exige atenção contínua ao acolhimento e à segurança.

O que muda na prática

A iniciativa reforçou a busca por uma assistência humanizada, segura e com excelência. Para Mayara Vasconcelos, coordenadora de Cuidados Interdisciplinares da UPAE Escada, a assistência à pessoa com ostomia depende de acolhimento, empatia e escuta qualificada, elementos que fortalecem a atuação e aparecem na qualidade do atendimento.

Já Talita Grangeiro, enfermeira da UPAE Salgueiro, apontou que a proposta reuniu desafios do cotidiano e abriu espaço para aprender estratégias. Conforme ela, a meta é unir segurança clínica com dignidade e qualidade de vida.

  • Público atendido: pessoas ostomizadas usuárias do SUS
  • Foco do encontro: qualificação do cuidado especializado
  • Efeito buscado: melhor alinhamento de condutas e atualização de práticas
  • Linha central: assistência humanizada e segura

E daí pra mim? No fim, quem sente é o paciente: um cuidado mais bem organizado, que mantém a atenção onde ela precisa ficar o tempo todo.

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