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Poliomielite em Palmas: reforço supera 82% e 1ª dose já passa de 95%

Para completar o esquema, responsáveis devem procurar a USF de referência, de segunda a sexta, das 8 às 18 horas

Publicada em 30 de junho, 2026.

Atualizada em 30 de junho, às 16:04.

Poliomielite em Palmas: reforço supera 82% e 1ª dose já passa de 95%
SMS Palmas (SEMUS)SMS Palmas (SEMUS)

Na vida real, muita gente pensa em vacina quando dá tempo. Em Palmas, o recado é o contrário: o reforço da poliomielite já saiu do chão e passou de 82% de cobertura, enquanto a primeira dose em 2026 alcançou mais de 95% do público-alvo.

Pensa numa torneira que vai pingando. Se você fecha na hora certa, o problema fica pequeno; se deixa arrastar, vira serviço maior depois. No caso da vacina, a lógica é parecida: seguir o calendário evita que a proteção fique incompleta justamente quando ela precisa estar lá.

O próximo passo é para quem ainda precisa fazer as aplicações restantes. A orientação é ir à Unidade de Saúde da Família (USF) de referência, porque o atendimento acontece de segunda a sexta-feira, das 8 às 18 horas.

A Secretaria Municipal da Saúde (Semus) reforça o motivo do cuidado: a poliomielite é uma doença grave e incapacitante, com potencial de causar sequelas permanentes. Ou seja, o ponto-chave é simples e direto: conferir a caderneta e garantir que todas as doses sejam feitas no período correto.

O que muda na prática

Para encaixar o que falta no calendário, a recomendação é:

  • Menores de 1 ano: recebem três doses da vacina inativada poliomielite (VIP) aos 2, 4 e 6 meses
  • De 1 a 4 anos: fazem as doses de reforço previstas no calendário nacional
  • Onde ir: procurar a USF de referência de segunda a sexta, das 8 às 18 horas
  • Benefício: a vacinação reduz o risco de formas graves

No corpo, a poliomielite é causada pelo poliovírus e pode ser transmitida principalmente pelo contato com fezes ou secreções de pessoas infectadas. Mesmo assim, é comum a pessoa passar por um período inicial com sinais como febre, mal-estar, dores no corpo, vômitos e rigidez na nuca. Em situações graves, pode ocorrer paralisia permanente.

E daí pra mim? Se você tem criança em casa, a tarefa prática é checar a caderneta e ir à USF no horário indicado para manter o esquema em dia. Prevenção que funciona começa com dose feita no tempo certo.

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