Cirurgia no Pará: HRPT ganha 6 equipamentos e acelera o Centro Cirúrgico
Publicada em 30 de maio, 2026.
Atualizada em 16 de outubro, às 17:12.

Quando a cirurgia é urgente, o que organiza o tempo importa tanto quanto o bisturi. No Hospital Regional Público da Transamazônica (HRPT), em Altamira, a equipe passou a contar com novos equipamentos para reduzir gargalos no Centro Cirúrgico e dar mais segurança nos procedimentos.
A entrega aconteceu nesta sexta-feira (29). O hospital informa que a novidade foi viabilizada por uma parceria entre Ministério da Saúde e Governo do Pará, dentro do programa “Agora Tem Especialistas”, com financiamento do “Novo PAC”.
Pensa numa cozinha que vive lotada: quando falta um utensílio essencial, a receita trava. No Centro Cirúrgico, a lógica é parecida. Os equipamentos entram na rotina e apoiam as etapas de pré e pós-operatório, deixando o fluxo mais previsível para a equipe.
O que chegou ao HRPT
Segundo o hospital e o Ministério, os dispositivos são voltados a cirurgias complexas e incluem:
- Arco cirúrgico: ajuda nas imagens durante o procedimento
- Sistema de videolaparoscopia: permite realizar cirurgias menos invasivas com visualização
- Monitor multiparâmetros: acompanha sinais vitais ao longo da cirurgia
Na prática, o HRPT diz que já começou a usar o que foi instalado. A expectativa é que o reforço contribua para agilizar procedimentos e apoiar cirurgias menos invasivas, com foco em segurança para pacientes e profissionais.
O hospital também dá um retrato do volume do serviço. Em 2025, foram cerca de 5.000 cirurgias, e a novidade deve somar ao fluxo já atendido.
O que muda na prática
O ganho descrito aparece como estabilidade na execução do atendimento. Com equipamentos disponíveis, a equipe espera reduzir interrupções ligadas ao preparo e manter condições de conduzir a cirurgia com o apoio do que está instalado.
A diretora-geral do HRPT, Hívena Lima, aponta o objetivo como mais segurança profissional e para os pacientes. A anestesista Viviane Wosny também comenta o uso do suporte tecnológico no Centro, citando um aparelho de sedação com alta performance e precisão.
O Ministério destaca a entrega como parte de um pacote tecnológico: Altamira recebeu 6 equipamentos, segundo Flávio de Paula.
E aí fica o impacto no cotidiano. Gildean Vieira foi encaminhado após um acidente e passou pela primeira das duas operações necessárias para tratar fraturas na perna. Já Edinalda de Sousa, 65 anos, teve o atendimento ressaltado pela atenção recebida no Centro Cirúrgico.
O ponto final é simples: e daí pra mim? Com o Centro Cirúrgico operando com mais segurança e tecnologia, o que chega ao paciente tende a ser menos tempo perdido no que não pode faltar e mais suporte no essencial.
