Copa do Mundo no hospital: transmissão no Marajó vira alívio na internação
Publicada em 26 de junho, 2026.
Atualizada em 11 de julho, às 04:00.
Assistir a um jogo na televisão costuma ser passeio de fim de tarde, mas, no Hospital Regional Público do Marajó (HRPM), em Breves, a Copa do Mundo ganhou outro papel: ajudar a reduzir o estresse de quem está internado.
A estratégia é simples e bem direta. A unidade está oferecendo a usuários e acompanhantes a oportunidade de assistir às partidas, criando um espaço de descontração e também de socialização durante a internação. A ação mais recente aconteceu na quarta-feira (24), na transmissão do jogo entre Brasil e Escócia.
O que organiza essa iniciativa é o Grupo de Trabalho de Humanização (GTH), que desenvolve ações voltadas a um cuidado mais acolhedor e centrado nas necessidades dos usuários. Rosângela Gonçalves, membro do GTH, resumiu a ideia: “Mais que acompanhar uma partida de futebol, a iniciativa busca oferecer conforto emocional e contribuir para uma experiência de internação menos desgastante”.
Para visualizar, pense numa fila de hospital que vira roda de conversa. Na prática, a sala em que cada pessoa tenta lidar com o próprio momento ganha um motivo comum para se reunir e torcer junto, mesmo dentro do ambiente médico. Não apaga o contexto da internação; só tira um pouco do peso do dia a dia.
O que muda na prática
Na quarta-feira (24), usuários e acompanhantes se reuniram no Hall de Clínicas para assistir ao jogo. Segundo a reportagem, o clima foi marcado pela participação e pelo entusiasmo em torcer.
Um exemplo citado foi Diego Palheta, 26 anos, que disse que acompanhar os jogos dentro do hospital trouxe “sensação de conforto e segurança”. Ele também mencionou estar satisfeito com o atendimento da equipe. Diego relatou: “Eu estou satisfeito. Os técnicos, os enfermeiros, os médicos, todos estão me atendendo bem, graças a Deus”.
O ponto-chave da iniciativa aparece na fala do GTH: o foco é conforto emocional, e isso conversa diretamente com o objetivo de reduzir o desgaste no período de internação.
- Objetivo: reduzir o estresse no ambiente hospitalar
- Organização: Grupo de Trabalho de Humanização (GTH)
- Como acontece: transmissão no Hall de Clínicas, com reunião de usuários e acompanhantes
- Exemplo citado: Diego Palheta, 26 anos, relatando conforto e segurança
E daí pra mim, perguntaria você? Na prática, é como transformar um momento comum do Brasil em um detalhe de acolhimento dentro do hospital, para a internação ficar menos pesada e mais humana.

