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Selic: Copom sinaliza pausa no corte de juros com inflação e riscos no radar

O Copom reduziu a Selic pela terceira vez, mas o Banco Central alertou para os riscos inflacionários e a possibilidade de uma pausa no ciclo de cortes.

Publicada em 18 de junho, 2026.

Atualizada em 19 de junho, às 12:30.

A taxa Selic deu mais um passo para baixo, caindo de 14,50% para 14,25% ao ano. Essa foi a terceira vez seguida que o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu reduzir os juros básicos da economia brasileira, em um movimento que já era esperado por todo mundo.

Mas ó, o Banco Central não veio comemorar a notícia com fogos de artifício. O tom foi mais de cautela, como quem avisa que a estrada ainda tem buraco. A inflação continua sendo o fantasma na festa, e os motivos pra isso não são poucos: o preço do petróleo subindo, a treta lá no Oriente Médio esquentando, a economia brasileira mostrando que tá mais animada do que o esperado e as expectativas de inflação batendo na porta.

Na prática, o Copom disse que os próximos passos na redução dos juros vão depender de como os números da economia e da inflação se comportarem. A galera que analisa o mercado acha que o espaço pra cortar mais juros ficou mais apertado. Isso porque a inflação ainda tá dançando acima da meta e a economia, apesar de tudo, segue firme e forte.

O Banco Central também deu uma frisada na preocupação com aquelas medidas que incentivam o consumo e podem acabar jogando mais lenha na fogueira da inflação. Ou seja, a dança da queda dos juros pode dar uma pausa nas próximas reuniões.

O objetivo é achar um equilíbrio: dar um gás na economia sem deixar a inflação sair de controle. É tipo tentar fazer um bolo gostoso sem queimar o forno.

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