Inovação & Tecnologia

MCTI dobra de 15 para 30 escolas no Mais Ciência na Escola em SC

Com investimento de R$ 3 milhões do MCTI, estado agora contará com 30 escolas públicas atendidas pelo programa

Fonte:
MCTI

Publicada em 19 de junho, 2026.

Atualizada em 16 de outubro, às 17:12.

MCTI dobra de 15 para 30 escolas no Mais Ciência na Escola em SC

Com R$ 3 milhões do MCTI, Santa Catarina agora vai contar com 30 escolas públicas atendidas pelo programa Mais Ciência na Escola.

Nesta quarta-feira (17), a ministra Luciana Santos anunciou a inclusão de mais 15 unidades, totalizando as 30 escolas no estado, durante evento no Bairro da Juventude, em Criciúma (SC).

Na primeira fase do programa em Santa Catarina, iniciada em 2025, eram 15 escolas e R$ 1,5 milhão. Agora, os números dobram, com execução do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Com a nova rodada, o programa passa a oferecer:

  • 300 bolsas para estudantes da educação básica
  • 300 bolsas para professores

O investimento também viabiliza a instalação de equipamentos nas escolas, como impressoras 3D, cortadoras a laser, notebooks, telescópios e ferramentas para projetos de experimentação científica e tecnológica.

Segundo a ministra, a ideia é levar a ciência para dentro da escola pública e tratar conhecimento como algo que “começa cedo”. A secretária Germana Pires reforçou que o programa funciona na ponta, com pesquisas e criações feitas pelos próprios alunos. Já a diretora executiva do IFSC, Ana Paula Kuczmynda, destacou que parcerias são o caminho para resultados.

As escolas atendidas ficam em mais de 25 municípios, incluindo Florianópolis, São José, Palhoça, Blumenau, Pomerode, Criciúma, Caçador, Concórdia, Palmitos, Chapecó e São Carlos. A iniciativa é executada pela Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) e pelo Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC).

Por que isso é importante

Você ganha laboratório na escola, não só “aula no quadro”: com equipamentos e bolsas, estudantes e professores têm mais chance de transformar curiosidade em projeto. Pra educação básica, isso significa mais prática, e não só teoria. E pro estado, reforça a ideia de que ciência também acontece fora dos centros de pesquisa.

No fim, a pergunta é simples: quando a escola vira lugar de criar, quem ganha primeiro é o aluno ou o futuro do país?

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