Ressonância magnética em Itabaiana: serviço chega com investimento de R$ 11,6 milhões
Publicada em 26 de junho, 2026.
Atualizada em 13 de julho, às 22:00.
Se você vive esperando exame “cair” na agenda e torcendo pra não virar maratona de deslocamento, a notícia do Hospital Regional de Itabaiana (HRI) tem peso. O Governo de Sergipe, pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), entregou ao hospital o primeiro aparelho de ressonância magnética do interior do estado, além de uma torre de videolaparoscopia e reforma do setor de imagem. O pacote totaliza mais de R$ 11,6 milhões e vai fortalecer a assistência do SUS.
Pensa numa fila de mercado que finalmente ganha um caixa a mais: a regra muda na prática. Com a ressonância no HRI, moradores de Itabaiana e de municípios da região de saúde tendem a fazer diagnósticos e tratamentos especializados com mais facilidade, sem precisar sair tanto em busca do serviço em outras localidades.
A principal entrega é a ressonância magnética, adquirida por R$ 10.840.000,00. O equipamento foi descrito como de “tecnologia de ponta”, com foco em imagens de alta qualidade, maior conforto para os pacientes e redução do tempo de realização dos exames. A previsão é que o serviço comece a operar a partir do dia 13 de julho, depois da conclusão de treinamentos e protocolos exigidos pela fabricante.
Para quem depende de atendimento local, a mudança aparece no discurso de quem usa o hospital. Rivaldo Correia, pedreiro de 23 anos, disse estar internado há alguns dias e relatou boa estrutura e equipe atenciosa, destacando que ver investimentos chegando ajuda a melhorar o atendimento da região. Já Gilmário Góis, caminhoneiro de 40 anos, comentou que a ressonância traz mais comodidade e reduz viagens para outros municípios.
Além da ressonância, a unidade recebeu uma nova torre de videolaparoscopia, voltada a procedimentos cirúrgicos minimamente invasivos (cirurgias por pequenas incisões). A proposta descrita é diminuir traumas e favorecer uma recuperação mais rápida, com maior segurança durante os procedimentos.
O que muda na prática
- Ressonância magnética: equipamento com imagens de alta qualidade e serviço previsto para 13 de julho
- Cirurgias com videolaparoscopia: procedimentos por pequenas incisões e foco em recuperação mais ágil
- Assistência pelo SUS: mais capacidade para diagnósticos e tratamentos na região, reduzindo deslocamentos
- Estrutura do HRI: reforma do setor de imagem e avanço em obras de ampliação do pronto-socorro, com 45,65% de execução
O paciente e a família também sentem reflexo no pós-procedimento. Rayane Santos, de 25 anos, acompanhante do irmão hospitalizado, afirmou que o hospital ofereceu orientações, atendimento com rapidez e cuidado, e que novos investimentos no setor de cirurgia beneficiam “muitas famílias” que dependem desse tipo de atendimento.
Com isso, o HRI segue como referência para 14 municípios: neste ano, foram 68.775 atendimentos e 224.198 exames. Ou seja, é mais do que equipamento novo; é a chance de transformar tempo de espera e distância em acesso real.
E daí pra mim? Se você precisa de exame ou já sabe como é a corrida por atendimento especializado, a meta aqui é simples: chegar com mais serviços na própria região e com menos viagem.

