Turistas estrangeiros no Brasil: gastos em 2026 sobem e mexem no bolso
Publicada em 26 de maio, 2026.
Atualizada em 16 de outubro, às 17:12.

O turismo costuma parecer coisa de férias, mas os números recentes mostram outra leitura: no Brasil, quem vem de fora deixou R$ 20,2 bilhões no primeiro quadrimestre de 2026. E isso não ficou parado no “ganhar mais”; houve alta de 9,5% no comparativo com o mesmo período do ano anterior, segundo dados do Banco Central.
Pensa na conta como a “maré” que vai chegando. Primeiro, de janeiro a abril, as despesas haviam sido de R$ 18,5 bilhões no primeiro quadrimestre de 2025. Em 2026, a maré cresceu e avançou no mesmo ritmo mês a mês.
Quando a gente fecha o recorte de abril, a história continua positiva. Os gastos chegaram a R$ 4,19 bilhões, com avanço de 1,2% na comparação com abril de 2025, que registrou R$ 4,14 bilhões.
Na prática, o resultado vira combustível para o planejamento de quem depende do movimento. O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, tratou a alta como um sinal de um momento favorável e associou o desempenho ao trabalho do ministério na busca por visitantes estrangeiros.
E essa busca aparece em negociações e divulgação. Em compromissos na China, Feliciano promoveu iniciativas voltadas a atrair turistas chineses. Nesta segunda-feira (25), em Xangai, ele iniciou tratativas com a China Eastern para abrir rotas entre os dois países.
No mesmo encontro, a pauta incluiu propostas para ampliar a presença do Brasil nas plataformas da companhia, como a exibição de filmes nacionais nos voos. O ministro também avançou com a CTrip, plataforma digital de viagem, para divulgar destinos brasileiros no site e atrair mais turistas chineses.
O motivo de atenção extra ao tema é que o ministro citou oportunidades ligadas à isenção recíproca de visto entre os países. Além disso, Feliciano se reuniu com a Associação das Agências de Viagem da China, que reúne mais de 3 mil empresas, com foco em aumentar a visibilidade dos destinos brasileiros e aproximar o país de operadores voltados ao público chinês.
O que muda na prática
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Dinheiro chegando: turistas internacionais somaram R$ 20,2 bilhões no primeiro quadrimestre de 2026
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Força do crescimento: alta de 9,5% frente ao mesmo período de 2025
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O recorte de abril: despesas de R$ 4,19 bilhões, com avanço de 1,2%
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Tradução em ação: negociações e divulgação, como as conversas em Xangai com a China Eastern
No fim das contas, a conta faz sentido: mais gastos de visitantes tendem a elevar o fluxo por cadeia do turismo, de hotéis a restaurantes, e ajudam a deixar a temporada mais “previsível” para quem trabalha com demanda.
