USF Santos Dumont: reforma amplia atendimento e mira 25 mil na Centro-Oeste
Publicada em 26 de junho, 2026.
Atualizada em 11 de julho, às 08:01.
Na correria do dia a dia, saúde básica que funciona perto de casa vira “ponto de apoio”. Em Manaus, isso ganhou novo ritmo com a entrega da USF Santos Dumont, no bairro da Paz, zona Centro-Oeste, nesta segunda-feira (22/6). A unidade passou por reforma feita pela prefeitura e agora amplia a capacidade de atendimento para uma região inteira.
Pensa numa fila de atendimento que finalmente ganhou organização, como quando a padaria resolve colocar etiquetas e separar a produção por etapa: ninguém fica perdido, e o serviço anda. Na Santos Dumont, a ideia é sustentar essa rotina com dados e estrutura.
A USF passa a atender, como referência, cerca de 25 mil moradores. Ela integra a Atenção Primária à Saúde (o nível do SUS voltado ao cuidado básico do cotidiano, com prevenção, acompanhamento e manejo de condições comuns).
Na prática, a unidade tem capacidade para realizar até 15,7 mil procedimentos por mês. Entre os serviços no mesmo lugar estão consultas médicas, de enfermagem e odontológicas, além de vacinação. Também há exames laboratoriais, testes rápidos, acompanhamento pré-natal, controle de doenças crônicas e dispensação de medicamentos pelo SUS (Sistema Único de Saúde).
O que muda na prática
-
Público-alvo: atendimento para cerca de 25 mil moradores dos bairros da Paz e Santos Dumont
-
Serviços reunidos: consultas, odontologia, vacinação, exames e testes rápidos
-
Acompanhamento contínuo: pré-natal, controle de doenças crônicas e entrega de medicamentos
-
Capacidade mensal: até 15,7 mil procedimentos por mês
Na entrega, o prefeito Renato Junior disse que a unidade faz parte do avanço da rede municipal e que é a 115ª unidade revitalizada pela gestão, com estrutura e equipamentos novos. Ele também citou a previsão de chamamento de profissionais de saúde aprovados no cadastro reserva para reforçar o atendimento, dentro do planejamento de ampliação com cinco novas unidades.
O secretário municipal de Saúde, Nagib Salem, afirmou que a reestruturação prepara a USF para um atendimento mais humanizado e resolutivo, beneficiando aproximadamente 25 mil moradores.
E teve continuidade mesmo durante as obras: a gestora da unidade, enfermeira Elenilda Maria, relatou que o atendimento à população não foi interrompido ao longo de dois anos de reforma. Segundo ela, a USF realizou atendimentos domiciliares e visitas comunitárias com apoio dos agentes comunitários de saúde, inclusive acompanhamento de comunidade indígena próxima à unidade.
Ou seja: quando a Atenção Primária ganha capacidade e presença no território, o benefício aparece no cotidiano. E daí pra mim? Significa mais chance de resolver o básico no tempo certo, sem empurrar o cuidado para depois.

