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Vacina da gripe em Florianópolis: mutirão de sábado quer acelerar imunização travada

Cinco postos de saúde e o Sesc Prainha aplicam doses exclusivas das 8h às 17h para reverter a baixa cobertura vacinal na capital catarinense.

Publicada em 29 de maio, 2026.

Atualizada em 1 de setembro, às 12:00.

Vacina da gripe em Florianópolis: mutirão de sábado quer acelerar imunização travada
SMS Florianópolis

Sair de casa sem olhar o céu é um clássico brasileiro que costuma terminar com alguém ensopado no primeiro sinal de chuva. Na saúde, a lógica funciona do mesmo jeito: o mutirão de vacinação deste sábado é a oportunidade de colocar o guarda-chuva na mochila antes do temporal de inverno chegar de vez.

O mutirão de vacinação contra a Influenza (gripe) acontece neste sábado (30) em Florianópolis. A iniciativa da Secretaria Municipal de Saúde foca exclusivamente na imunização contra o vírus para garantir um atendimento rápido e sem filas demoradas nos postos.

A ação foi organizada após a grande procura registrada com a ampliação da campanha de vacinação para toda a população. O objetivo principal do Dia D é facilitar o acesso das pessoas e oferecer uma alternativa de atendimento para quem não consegue comparecer às unidades de saúde durante a semana.

O atendimento exclusivo acontece das 8h às 17h nos Centros de Saúde do Centro, Itacorubi, Campeche, Tapera e Monte Cristo. Quem estiver na região central também pode buscar a dose durante o Mutirão Cidadão, que atende das 10h às 15h na sede do Sesc Prainha. Para receber a vacina, basta apresentar um documento oficial com foto e, se possível, a caderneta de vacinação.

Até o momento, a cobertura vacinal na capital catarinense ainda registra números baixos nos públicos prioritários:

  • Idosos: 42.746 doses aplicadas, o que representa cerca de 40% da população estimada
  • Gestantes e puérperas (mulheres no período pós-parto): 955 doses aplicadas, alcançando cerca de 20% da cobertura
  • Crianças (entre seis meses e seis anos): 5.997 doses aplicadas, o equivalente a cerca de 18% do público estimado

O que muda na prática

O ponto-chave do mutirão é desafogar o sistema de saúde no médio prazo. Segundo o secretário municipal de Saúde, Almir Gentil, a vacinação em massa no fim de semana reduz o avanço de doenças respiratórias e diminui o impacto de internações nos hospitais da região.

Ou seja, em vez de esperar o frio apertar e as emergências lotarem, o morador da capital ganha um caminho facilitado para garantir a proteção em poucos minutos.

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