Regulação de urgências no DF: Samu-DF participa de curso do Ministério da Saúde
Publicada em 27 de maio, 2026.
Atualizada em 9 de julho, às 04:01.

Se você já imaginou uma ambulância como um “atalho” para salvar o tempo de quem está passando mal, esse curso é para melhorar justamente o caminho que a urgência faz até chegar ao atendimento certo. Integrantes do Samu-DF estão finalizando, nesta quarta-feira (25), um treinamento para aprimorar a regulação do acesso e a tomada de decisão na rede de urgência do Distrito Federal e do entorno.
A iniciativa do Ministério da Saúde (MS) reuniu profissionais e gestores que atuam na Rede de Atenção às Urgências (RUE), com foco em qualificar fluxos assistenciais e estratégias de cooperação entre os serviços. Durante três dias, participaram representantes do Samu-DF e também equipes das portas de urgência e emergência, como Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e prontos-socorros.
Para completar a rede, o curso incluiu ainda profissionais das centrais reguladoras da Região Integrada de Desenvolvimento do DF e Entorno (Ride/GO). Ou seja: mais gente falando a mesma “língua” na hora de organizar quem vai para onde, quando a situação é urgente.
A programação misturou apresentações, estudos de caso reais, oficinas práticas e rodas de conversa. O objetivo foi analisar situações do dia a dia enfrentadas na rede e discutir como alinhar práticas e fluxos.
A diretora do Samu-DF, Lorhana Morais, resumiu o foco do encontro como investimento em decisões ágeis, seguras e eficientes para quem precisa de atendimento de urgência. A representante da Gerência de Apoio aos Serviços de Urgência e Emergência (Gasfure) da Secretaria de Saúde do DF (SES-DF), Thaíse Braga, destacou que a troca entre os serviços ajuda a refletir na organização da rede e na qualidade do atendimento.
O que muda na prática
Na prática, a proposta faz parte da agenda nacional de fortalecimento da RUE, conduzida pelo MS, e aposta em integração entre os pontos assistenciais. O curso também mira a realidade da região: a integração entre o DF e municípios do entorno é considerada estratégica por causa da intensa circulação de pacientes.
- Público-alvo: equipes do Samu-DF, gestores e profissionais das UPAs e prontos-socorros, além de centrais reguladoras da Ride/GO
- Foco: qualificação de fluxos assistenciais e regulação do acesso
- Como funciona: apresentações, estudos de caso, oficinas práticas e rodas de conversa
- Objetivo: apoiar uma assistência integrada e resolutiva para as necessidades da população
O ponto-chave do MS foi reforçado pela consultora técnica da Coordenação-Geral de Urgência do MS, Claudete Raimundo da Silva: qualificar profissionais e estimular a articulação entre os serviços para atender melhor quem precisa.
No fim das contas, é o tipo de ajuste que parece “administrativo”, mas cai direto na ponta: quando a regulação e os fluxos conversam, o atendimento tende a fluir com mais organização. E daí pra mim? Quando a urgência bate, a rede trabalha mais alinhada para que a pessoa chegue ao cuidado certo com mais rapidez e segurança.
