Bem-Estar

Chuva em Boa Vista: Defesa Civil intensifica vistorias contra alagamentos em bairros

Equipes monitoram o nível dos rios e árvores com risco de queda, com atendimento pelo número 156.

Publicada em 25 de maio, 2026.

Atualizada em 21 de agosto, às 02:01.

Chuva em Boa Vista: Defesa Civil intensifica vistorias contra alagamentos em bairros
População é orientada sobre os riscos e recebe suporte da Defesa Civil dde Boa Vista

Prever a chuva para não perder as roupas no varal é um hábito de quase todo brasileiro, mas, para quem mora perto de rios e igarapés, a preocupação com a água que cai do céu vai muito além.

O monitoramento diário de rios e as vistorias em áreas sujeitas a alagamentos ganharam reforço em Boa Vista para evitar desastres durante o período chuvoso. O trabalho de prevenção é liderado pela Defesa Civil Municipal.

Assim como quem corre para tirar a roupa do varal ao primeiro sinal de trovão, as equipes atuam de forma antecipada para que a água não pegue ninguém de surpresa. O cronograma inclui visitas diárias aos pontos mais críticos.

A fiscalização se concentra nas ruas T e U, no bairro Caranã, perto do rio Cauamé. Na zona oeste, os bairros Santa Tereza, Santa Luzia e Senador Hélio Campos também recebem atenção constante por causa do histórico de acúmulo de água.

De acordo com o inspetor da corporação, Geraldo de Souza, o monitoramento acompanha o nível da água e a situação das famílias de perto. Se houver necessidade, os moradores cadastrados são direcionados para residências temporárias ou casas de parentes, embora nenhuma remoção tenha sido feita este ano.

Para medir a intensidade da água, o município utiliza pluviômetros (aparelhos que medem e registram a quantidade de chuva) nos bairros Jardim Caranã, Paraviana, São Vicente, Treze de Setembro e Jardim Olímpico. Os dados são enviados ao Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN) e ao Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) para ajudar na emissão de alertas.

As equipes também vistoriam árvores antigas ou comprometidas por cupins, como cajueiros, que correm risco de queda. A vigilância se estende ainda para a zona rural e para as comunidades indígenas da capital.

O que muda na prática

O morador de áreas vulneráveis conta com suporte preventivo para evitar acidentes e perdas materiais antes que a situação se agrave. Em caso de emergência, a população pode acionar as equipes de plantão pelo telefone 156.

MedicamentosPesquisaProfissionais da Saúde
Banner

Mais notícias