Regulação da saúde em Rio Branco avança com pactuação para consultas especializadas
Publicada em 18 de junho, 2026.
Atualizada em 21 de julho, às 16:00.
No dia a dia, quando a fila para consulta ou exame demora, quem sente primeiro é o paciente. Por isso, a Prefeitura de Rio Branco, pela Secretaria Municipal de Saúde, participou nesta quinta-feira (18) de uma reunião da Comissão Intergestores Bipartite (CIB/AC), no auditório da Associação dos Municípios do Acre (AMAC). O encontro serviu para pactuar melhorias no acesso à rede pública de saúde, com Estado e municípios sentados para alinhar caminhos.
A CIB é, na prática, como acertar as “regras do jogo” do SUS: cada município sabe quem encaminha, como flui o atendimento e onde entram as especialidades. Foi nesse sentido que os gestores discutiram organização da regulação assistencial, definição de fluxos de atendimento, oferta de especialidades médicas e governança da rede.
Além disso, a reunião tratou de pactuações financeiras e apresentou ferramentas voltadas à modernização da gestão no Sistema Único de Saúde (SUS), buscando deixar o processo mais organizado e funcional.
O presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Acre (Cosems/AC) e secretário municipal de Saúde de Capixaba, George Eduardo Carneiro, resumiu a ideia de fortalecer o diálogo para aprimorar a rede e melhorar o atendimento ao público do SUS no Acre.
Representando Rio Branco, o secretário municipal de Saúde, Rennan Biths, destacou que, por determinação do prefeito da capital, Alysson Bestene, o foco é melhorar a saúde oferecida à população. Segundo ele, a organização da regulação é o que ajuda a dar mais eficiência ao acesso a consultas, exames e atendimentos especializados, com mais agilidade para quem precisa.
A secretária-adjunta da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), Ana Cristina Moraes, reforçou o papel de quem está mais perto das demandas. Ela apontou que discutir regulação do acesso aos serviços e enfrentar as síndromes gripais passa por pactuar ações com os municípios para a saúde “acontecer” no território.
O que muda na prática
- Rótulo: organização da regulação assistencial, com fluxos definidos entre gestores
- Rótulo: mais foco em consultas, exames e atendimentos especializados, para ganhar agilidade
- Rótulo: fortalecimento da governança da rede e da oferta de especialidades médicas
- Rótulo: modernização da gestão no SUS, com ferramentas apresentadas na reunião
No fim, o objetivo é simples: menos desencontro e mais encaminhamento certo para o paciente, com a rede pública melhor alinhada para servir quem depende do SUS.

