Terceira sala cirúrgica acelera cirurgias ortopédicas em Campo Maior
Publicada em 28 de junho, 2026.
Atualizada em 28 de junho, às 22:00.
Sabe aquela fila que vai andando devagar demais? No Hospital Regional de Campo Maior, o jeito de destravar esse caminho foi ampliar o Centro Cirúrgico com uma terceira sala.
Com a mudança, pacientes que aguardavam cirurgias ortopédicas eletivas (aquelas que podem ser programadas) passaram a ser atendidos com mais rapidez. O hospital também aumentou a capacidade do centro e, com isso, reduziu a fila de espera por esses procedimentos.
Entre 1º de abril e 18 de junho, a unidade realizou 305 cirurgias eletivas, além dos atendimentos de urgência. A diretora técnica, Débora Siqueira, informou que todos os pacientes com procedimentos ortopédicos eletivos regulados para o hospital foram atendidos nesse período.
O impacto aparece também fora da ortopedia. A ampliação da estrutura permitiu aumentar a oferta de cirurgias em outras especialidades, incluindo ginecologia, proctologia e cirurgia geral.
O que explica o resultado não foi só mais espaço, mas organização do fluxo. O superintendente hospitalar da Sociedade Brasileira Caminho de Damasco (SBCD), Mario Sapede, atribuiu o avanço à reorganização das agendas cirúrgicas e à otimização da estrutura.
Ou seja, na prática, é como quando uma cozinha passa a ter mais uma bancada: não basta “ter mais coisas para fazer”, é preciso distribuir melhor o trabalho para não ficar cada etapa esperando a outra. Com isso, o hospital conseguiu acelerar tanto as cirurgias eletivas quanto as de urgência, reduzir o tempo de espera e melhorar a eficiência do Centro Cirúrgico.
O que muda na prática
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Ortopedia eletiva: todos os pacientes regulados foram atendidos entre 1º/04 e 18/06
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Volume de cirurgias: 305 cirurgias eletivas no período, sem contar as urgências
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Outras especialidades: mais oferta em ginecologia, proctologia e cirurgia geral
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Como saiu do papel: reorganização das agendas e melhor aproveitamento da estrutura
Para a gestão, o objetivo agora é manter essa ampliação da oferta e melhorar o acesso da população aos procedimentos feitos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). No fim das contas, é a conta do “esperar menos e fazer mais” virando rotina.

