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Saúde digital em MG: microrregiões fecham prioridades e prazos com a SES-MG

Gestores e técnicos das microrregiões de Januária, Manga, Brasília de Minas e São Francisco se reúnem para fechar prioridades, responsabilidades e prazos do planejamento local de saúde digital com a SES-MG.

Publicada em 25 de maio, 2026.

Atualizada em 10 de julho, às 02:01.

Saúde digital em MG: microrregiões fecham prioridades e prazos com a SES-MG
Microrregiões de Saúde de Januária, Manga, Brasília de Minas, e São Francisco fazem planejamento conjunto com a SES – MG sobre saúde digital

Organizar a saúde digital em rede é como montar um cardápio semanal: se cada município escolhe ao acaso, o resultado vira confusão. O que Minas Gerais está fazendo agora é alinhar o que vem primeiro, quem faz o quê e em que prazo, para as ações não ficarem soltas no caminho.

Na quinta-feira, 21/5, gestores e técnicos das microrregiões de Januária, Manga, Brasília de Minas e São Francisco participaram do Evento de Planejamento Local de Saúde Digital. O encontro aconteceu no auditório da Gerência Regional de Saúde (GRS) de Januária e teve apoio do Núcleo de Saúde Digital (NSDIGI) da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG).

A reunião envolveu representantes dos 25 municípios que compõem essas quatro microrregiões. No mesmo espaço, estiveram gestores municipais, técnicos da Atenção Primária à Saúde e profissionais de tecnologia da informação.

O objetivo do dia foi construir, de forma coletiva, planos de ação microrregionais. Na prática, isso passa por definir prioridades, organizar responsabilidades e fechar prazos. O desenho foi feito para respeitar as diferenças do território: a ideia não é tratar a região como se fosse tudo igual, e sim encaixar as decisões na realidade local e regional.

Na abertura, a coordenadora da Assessoria de Governança Estratégica (AGRE) da GRS Januária, Priscilla Mota, apontou a articulação entre os municípios como um avanço para o território. Já o coordenador do NSDIGI da SES-MG, Jonathan Henrique Souza, reforçou a abordagem participativa e territorial. Ou seja: o planejamento é construído de maneira integrada, considerando o contexto de cada microrregião, com foco em soluções viáveis para o momento.

O que muda na prática

O Planejamento Local de Saúde Digital serve para os municípios reconhecerem desafios, alinharem prioridades e transformarem o planejamento em ações mais concretas. A expectativa é fortalecer a governança regional e contribuir para melhorar a qualidade da assistência à população.

Esse encontro em Januária também faz parte de uma iniciativa maior do NSDIGI, com oficinas nas 89 microrregiões de Saúde de Minas, dentro das ações das 28 unidades regionais de Saúde. Depois dessa etapa, a equipe segue para a Superintendência Regional de Saúde de Montes Claros, para dar continuidade à implantação do planejamento digital no estado.

  • Público: gestores e técnicos das microrregiões de Januária, Manga, Brasília de Minas e São Francisco
  • Escopo do plano: prioridades, responsabilidades e prazos definidos coletivamente
  • Método: abordagem participativa e territorial, mirando o contexto local
  • Próximos passos: oficinas nas 89 microrregiões de Saúde dentro da iniciativa do NSDIGI

E daí pra mim? Se o plano é feito por quem conhece os dados do município e amarra prioridades com prazos, a saúde digital tende a sair com mais direção na ponta — menos improviso, mais consistência.

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