Antibiótico com vidro Anvisa recolhe lote Polycid da União Química
Publicada em 18 de junho, 2026.
Atualizada em 19 de junho, às 12:30.
Imagine que você tá montando um quebra-cabeça e uma peça vem quebrada, ou pior, com um caco de vidro no meio. É mais ou menos essa a situação que levou a Anvisa a mandar recolher lotes de alguns medicamentos essenciais. A ideia é clara: evitar que um problema na fabricação chegue até quem mais precisa deles, lá nos hospitais e clínicas.
Um dos casos que acendeu o alerta foi com o antibiótico Polycid, da União Química. A própria fabricante percebeu que um dos frascos tinha um pedacinho de vidro dentro. Claro que isso não pode ir para um paciente, né? Por isso, a Anvisa agiu rápido para tirar esse lote de circulação.
Outro antibiótico na mira é o fosfato de clindamicina, da Hypofarma. Nele, a coisa ficou feia: a cor mudou, apareceram uns corpos estranhos e até umas "coisas" se formando dentro das ampolas, mesmo lacradas. É como se a caixa de leite viesse com um sedimento no fundo antes mesmo de você abrir.
E não para por aí. Um lote de solução fisiológica de cloreto de sódio da Equiplex, aquela que a gente vê direto na veia dos pacientes, também foi recolhido. Produtos injetáveis são tipo a linha de frente do cuidado médico, e qualquer falha ali pode ter consequências sérias.
O que muda na prática:
- Para hospitais e clínicas: É preciso parar de usar imediatamente os lotes citados e seguir as instruções dos fabricantes para devolver ou descartar esses produtos. A segurança do paciente vem em primeiro lugar.
- Para pacientes: A Anvisa age para garantir que os medicamentos que chegam até você estejam seguros e eficazes, como deveriam ser. É um cuidado extra para evitar surpresas desagradáveis no tratamento.
