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GMT Brasil lança “Jornada das Imagens Espaciais” em shorts

Com foco em público jovem, a série usa vídeos verticais de até três minutos pra contar a história visual do Sistema Solar

Fonte:
Agência FAPESP

Publicada em 19 de junho, 2026.

Atualizada em 16 de outubro, às 17:12.

GMT Brasil lança “Jornada das Imagens Espaciais” em shorts

O GMT Brasil está produzindo a primeira série de vídeos verticais, “Jornada das Imagens Espaciais”, no formato shorts. A ideia é explorar a história visual do Sistema Solar pra chegar nas novas gerações de entusiastas sem precisar de “aula de astronomia” chata.

Os episódios seguem lançamentos mensais e apresentam um planeta por vez, do mais próximo ao mais longe da estrela. Cada vídeo conecta observações antigas, feitas com instrumentos rudimentares, com registros mais atuais feitos por telescópios de ponta.

O GMT pertence à próxima geração de supertelescópios terrestres e está sendo erguido no Observatório de Las Campanas, no sul do deserto do Atacama (Chile), a mais de 2.500 metros de altitude. Desde 2014, a FAPESP participa do consórcio internacional, com investimento de US$ 55 milhões via o projeto “Explorando o Universo: da formação de galáxias aos planetas tipo-Terra”, garantindo cerca de 4% do tempo anual de operação do GMT para pesquisadores do Estado de São Paulo.

O episódio-piloto da série aborda o Sol, indo das observações feitas por Léon Foucault e Louis Fizeau em 1845 até imagens em resolução 8K capturadas pelo Telescópio Torre de Vácuo, na Espanha, em 2025.

“Jornada das Imagens Espaciais” é uma iniciativa de difusão científica do projeto GMT, com parceria do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG-USP) e da FAPESP, com realização da TV Univap. Se liga no detalhe: os vídeos têm até três minutos, justamente pra caber no seu ritmo.

Por que isso é importante

  • Você ganha acesso a astronomia com cara de conteúdo rápido, sem perder o fio da história e do método
  • A série ajuda a formar repertório científico em cima de observações reais e instrumentos de ponta
  • Também reforça a presença da FAPESP no consórcio do GMT, com tempo de uso para pesquisadores de SP

Agora me diz: você vai assistir esse episódio-piloto do Sol ou vai deixar o algoritmo decidir por você?

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